AGRICULTURA
Alckmin defende seguro rural ‘mais robusto’ e promete manter diálogo constante com EUA
Published
2 meses agoon
By
Da Redação

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo pretende manter as negociações com os Estados Unidos diante das barreiras comerciais impostas aos produtos brasileiros e defendeu a abertura de novos mercados como estratégia para reduzir os impactos sobre os setores afetados.
Em entrevista exclusiva ao programa Mercado & Cia, do Canal Rural, Alckmin também reconheceu a necessidade de fortalecer o seguro rural, apontou o fundo garantidor como instrumento para facilitar o acesso ao crédito e destacou medidas para estimular os biocombustíveis. O vice-presidente ainda abordou as negociações envolvendo a carne brasileira com China e União Europeia, investimentos em fertilizantes e infraestrutura e os impactos esperados da reforma tributária.
Confira a entrevista:
Canal Rural — A disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos ganhou mais um capítulo. Desta vez, o açúcar é alvo de uma ameaça de redução da cota de exportação brasileira. Como o governo avalia esse cenário?
Geraldo Alckmin — É importante explicar para quem nos acompanha que a medida, o tarifaço, é extremamente injusta. Por quê? Porque, quando importamos produtos dos Estados Unidos, quando eles exportam para nós, a tarifa média é de 3,1%. Dos dez produtos que eles mais exportam para nós, sete têm tarifa zero.
Os Estados Unidos têm déficit na balança comercial com praticamente todo o mundo. No G20, só têm superávit com três países: Brasil, Reino Unido e Austrália. Então, o Brasil não é problema. Eles têm superávit na balança conosco, nosso imposto de importação é baixo, então não tem sentido esse tarifaço.
Nós vamos trabalhar para corrigir, porque isso é injusto. Não vamos sair da mesa de negociação, vamos continuar o diálogo para corrigir isso.
Claro que quem está mais atingido é a indústria. A maioria dos produtos agrícolas está fora do tarifaço, mas a indústria está mais afetada. Exportamos muito produto industrial para os Estados Unidos: carro, motor, máquinas, máquinas rodoviárias.
Vamos continuar a negociação. A outra frente é abrir novos mercados. No agro, por exemplo, foram 670 novos mercados. Tanto é que, no ano passado, mesmo com o tarifaço, batemos recorde de exportação.
Canal Rural — O senhor encabeçou as negociações com empresários brasileiros e com o governo americano. O que avançou e o que ainda precisa evoluir?
Alckmin — Vejo que é possível, sim, o diálogo. Primeiro, na questão tarifária, nós já temos uma tarifa muito mais baixa do que os Estados Unidos. Mas sempre é possível procurar aprimorar algumas coisas.
A outra frente são as questões não tarifárias. Os Estados Unidos são o maior investidor no Brasil. Temos mais de 3 mil empresas americanas trabalhando aqui. A General Motors, por exemplo, está há mais de 100 anos no Brasil. É importante aproveitar oportunidades de complementaridade econômica e de investimentos recíprocos.
Há questões não tarifárias, por exemplo, no setor de açúcar e álcool. Em uma conversa que tive com o embaixador Greer e com o secretário Howard Lutnick, foi colocada a questão do certificado para a exportação de etanol e nós resolvemos praticamente em uma semana.
Você pode ter também a questão dos data centers. O Brasil tem energia abundante e renovável, então podem investir aqui. Há ainda os minerais estratégicos. O Brasil tem a segunda reserva do mundo de terras raras. Acho que há muito espaço para complementaridade.
Também fizemos o acordo Mercosul-Singapura depois de 14 anos. Temos Mercosul-EFTA, com países de altíssima renda per capita, e o acordo Mercosul-União Europeia.
Outra questão é apoiar quem foi afetado. Há empresas que dependem muito das exportações para os Estados Unidos, especialmente na indústria. Fizemos o Brasil Soberano, com R$ 18,5 bilhões em crédito.
Esse crédito não é só para quem exporta, mas também para quem fornece ao exportador. Às vezes, tenho uma fábrica ao lado de outra que produz máquinas para exportação. Quando ela deixa de exportar, a fornecedora também é afetada. Então, a cadeia também pode entrar no Brasil Soberano.
E a outra frente é buscar mercado para esses setores afetados. Apex e BNDES vão trabalhar rapidamente para procurar colocar esses produtos em novos mercados.
Canal Rural — Como estão as negociações envolvendo a carne brasileira com China e União Europeia?
Alckmin — Há 50 anos, o Brasil era importador de alimentos. Neste ano, vamos passar os Estados Unidos e ser o maior exportador de alimentos do mundo. Mudamos totalmente.
Hoje, o Brasil tem a agricultura tropical mais competitiva do mundo. Somos o primeiro exportador mundial de carne bovina, o primeiro em carne de frango e o terceiro em carne suína.
Temos duas dificuldades. Uma é com a União Europeia, que, em razão da questão dos antimicrobianos, tem uma restrição prevista a partir de setembro. Estamos trabalhando em diálogo permanente, com o Ministério da Agricultura e os setores da União Europeia.
A outra é a China. Exportávamos 1,6 milhão de toneladas e foi reduzido para 1,1 milhão de toneladas. Todo ano aumenta um pouco, mas é muito pouco diante do tamanho do nosso mercado.
A boa notícia é que agora, em agosto, vem uma missão da Coreia do Sul. A Coreia fará uma inspeção sanitária e tenho certeza de que o Brasil será muito bem avaliado. Estamos procurando outros mercados.
Canal Rural — Há espaço para negociar com a China uma flexibilização das restrições à carne brasileira?
Alckmin — A China é hoje o maior parceiro comercial do Brasil. É quem mais compra do Brasil e com quem temos um superávit muito grande na balança.
Agora, a China compra muitas commodities: petróleo bruto, minério de ferro, carne, soja, café, milho. Compra muita commodity e menos produto industrial. Essa é a diferença em relação aos Estados Unidos, que compram mais produtos industriais.
O presidente Lula tem conversado tanto com a China quanto com a União Europeia. Estamos trabalhando e abrindo novos mercados.
Estamos vivendo um certo protecionismo no mundo. Esse é um fato. O Brasil defende o multilateralismo, a abertura de mercados e novos mercados.
Estamos conversando com Canadá, Emirados Árabes, Índia e México. Existe espaço para avançarmos.
Canal Rural — Em relação às novas exigências sanitárias da União Europeia, o Ministério da Agricultura já tem uma resposta?
Alckmin — Não, ainda não tem resposta. No frango, a adaptação é mais rápida porque o ciclo é de 45 dias. Então, é possível se adaptar rapidamente.
O boi já é mais demorado, por isso todo o empenho para retirar essa restrição.
E veja que o Brasil é um exemplo de modelo sanitário. Somos hoje exportadores de carne sem vacinação contra a febre aftosa. O Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação. Também somos livres de gripe aviária. Então, o Brasil tem um bom padrão sanitário, reconhecido internacionalmente.
Canal Rural — O Brasil está no B15, enquanto o setor produtivo já discute misturas maiores de biodiesel. Estrategicamente, quais são os próximos passos?
Alckmin — A agroindústria é muito importante. Na Nova Indústria Brasil, a missão número um é agroindústria, é agregar valor ao agro. Se eu sou campeão no agro, vou industrializar, agregar valor e gerar mais emprego no Brasil.
Os biocombustíveis, seja etanol, seja biodiesel, representam um grande avanço. E, em um momento de guerras e conflitos regionais, isso é ainda mais importante.
O Brasil é o sexto maior produtor de petróleo do mundo, mas importa derivados, como diesel e gasolina. Quando coloco 15% de biodiesel, por exemplo, a partir do óleo de soja, estou agregando valor à soja e aos grãos e deixo de importar parte do diesel.
A mesma coisa acontece com a gasolina. Coloco 32% de etanol anidro e deixo de importar gasolina. Dentro de cinco ou seis anos, vamos ficar também independentes na questão dos derivados de petróleo.
Canal Rural — Com os investimentos privados aumentando a produção de etanol e biodiesel, haverá demanda suficiente para acompanhar o crescimento da oferta?
Alckmin — Aumentou muito o etanol de milho, o que também é bom porque você produz etanol e, com aquela massa proteica, faz DDG. Então, vira carne, ovo, frango, gera proteína animal.
O que o governo fez? Há três anos, eram 27,5% de etanol na gasolina. Aumentamos para 30% e, na semana passada, para 32%. Tivemos aumento de quase 20% da demanda de etanol para misturar à gasolina, reduzindo nossa importação.
O biodiesel era 10% e aumentamos para 15%, 50% a mais.
A outra frente é convencer o mundo a também descarbonizar e gastar menos combustível fóssil. Vejo uma possibilidade no SAF, que vai substituir o querosene dos aviões. Quem pode produzir SAF? Brasil, Índia e Estados Unidos.
Na navegação marítima, também já existem empresas de cabotagem comprando etanol e substituindo diesel por outros combustíveis. Vejo, sim, uma possibilidade com as mudanças climáticas e a necessidade de emitir menos carbono.
Canal Rural — Há possibilidade de ampliar ainda mais as misturas de biocombustíveis?
Alckmin — Tudo precisa de teste. Não vamos passar de 15% para cima sem ter os testes. Eles estão sendo feitos no Instituto Mauá de Tecnologia. Tudo é feito por meio de testes e só depois aprovado.
No caso do etanol, temos o carro 100% etanol. Eu, por exemplo, tenho carro flex e só coloco etanol.
Os biocombustíveis fazem diferença. Eles emitem muito menos carbono.
Outro exemplo de estímulo ao biocombustível é o carro sustentável. Tiramos o IPI. Era 7% e hoje é zero. É um carro de entrada, com 80% de reciclabilidade, que não pode emitir mais do que 83 gramas de CO2 por quilômetro rodado. Seis montadoras se adequaram.
Estamos retirando o imposto para ajudar a despoluir, combater as mudanças climáticas, gerar emprego e agregar valor no campo.
Canal Rural — O produtor enfrenta queda nos preços de commodities, aumento dos custos e sucessivas perdas climáticas. Como o governo pretende enfrentar o endividamento e melhorar o acesso ao crédito?
Alckmin — Temos um fato real: queda no preço das commodities no mundo. Alguns setores estão muito bem, como café, carne e frutas. Já os grãos enfrentam dificuldades.
A economia é cíclica. Uma hora o preço cai, e isso coincidiu com a guerra no Oriente Médio e o aumento do preço dos combustíveis. Então, temos, de um lado, queda do preço das commodities e, do outro, aumento dos custos de produção.
O governo brasileiro agiu. Tiramos o imposto do diesel e demos uma subvenção. Não temos como acabar com a guerra, mas podemos minimizar os efeitos.
O que o governo fez? Plano Safra, com R$ 610 bilhões, e renegociação das dívidas.
Um fato novo colocado na lei é o fundo garantidor. É preciso ter um fundo garantidor porque, senão, a pessoa tem dificuldade de acessar o crédito. O fundo garantidor faz diferença.
E colocaria outra questão relevante, que ainda precisa ser equacionada: aumentar o seguro rural. Em razão das mudanças climáticas e até do El Niño, é preciso ter um seguro rural mais robusto. Esse é um tema que está na mesa hoje.
Canal Rural — Com produtores endividados e bancos mais cautelosos na concessão de crédito, o que pode ser feito de forma mais imediata para garantir a continuidade da produção?
Alckmin — Foi feito um Plano Safra recorde, de R$ 610 bilhões. A tomada de crédito aumenta muito a partir de setembro e outubro.
A outra questão são os inadimplentes, quem pegou dinheiro lá atrás e teve dificuldade para pagar. O governo, em parceria com o Congresso, fez um programa de renegociação de R$ 100 bilhões, inclusive dando prioridade para quem foi atingido pelas questões climáticas, perdeu safra ou produção.
E vem um instrumento novo, que é o fundo garantidor. O banco, claro, tem receio de emprestar. Então, o fundo garantidor vai ajudar a melhorar o acesso ao crédito.
Além disso, fizemos o Move Agro, para pessoa física e jurídica, com taxa de 9,2% para compra de tratores, colheitadeiras e implementos. Também fizemos o Move Caminhões. O Finame estava em 23% e passamos a financiar a 12% caminhões e implementos.
O governo tem feito um conjunto de medidas. É preciso reduzir o Custo Brasil, melhorar a logística, abrir mercados e apoiar aqueles que foram atingidos pelo tarifaço.
Canal Rural — Com juros elevados, custos financeiros e incertezas, o que precisa mudar para atrair investimentos ao agro?
Alckmin — Esse mercado tem uma regra própria. Há setores que estão bem, como café, carne e frutas, e há setores, especialmente os grãos, que dependem do preço internacional das commodities e enfrentaram aumento de custos, especialmente de fertilizantes e combustíveis.
Na questão dos fertilizantes, retomamos quatro fábricas para produzir nitrogenados. Também estamos procurando fornecedores para suprir a demanda.
No caso do potássio, depois de dez anos de disputa judicial, devemos ter avanço na produção no Amazonas.
Também precisamos melhorar a logística, trabalhar pela Ferrogrão, integrar modais, reduzir o Custo Brasil, abrir novos mercados, ampliar a oferta de crédito e fortalecer o seguro rural.
Canal Rural — O senhor foi um dos defensores da reforma tributária e já classificou o antigo sistema como um “manicômio tributário”. Como avalia os impactos da reforma sobre o agronegócio?
Alckmin — Vejo de maneira positiva. O que é o manicômio tributário? O Brasil é o país dos impostos. Isso cria custo. É preciso ter um exército de pessoas só para pagar imposto. E, de outro lado, há judicialização.
O primeiro objetivo da reforma tributária foi simplificar. Pegamos cinco impostos — IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS — e caminhamos para um IVA dual.
O mundo fez isso há 40 anos. Estamos atrasados, mas finalmente foi feito.
Você simplifica e traz eficiência econômica porque desonera totalmente o investimento e desonera a exportação. Hoje, quando exporto um trator, não pago imposto para exportar, mas já paguei imposto quando comprei o aço. Você retira essa cumulatividade. Hoje, indiretamente, você está exportando imposto e perdendo competitividade.
Há um estudo do Ipea que mostra que, em 15 anos, a reforma tributária pode fazer o PIB crescer 12%, os investimentos 14% e as exportações 17%.
Outra coisa boa para quem está nos acompanhando é a desoneração completa da cesta básica. Hoje tem comida que paga imposto. Haverá desoneração completa da cesta básica.
Canal Rural — O Brasil abriu centenas de mercados, mas o produtor ainda enfrenta gargalos de crédito, seguro, logística e armazenagem. Qual deve ser a prioridade?
Alckmin — Essa é a nossa agenda estratégica: melhorar a logística em um país continental, reduzir custos, melhorar o crédito, garantir seguro, ter fundo garantidor para o agricultor poder acessar financiamento e também abrir mercados.
Porque, se eu não abro mercado e o meu vizinho tem preferência tarifária, eu fico para trás. Então, é preciso também garantir mercado.
O post Alckmin defende seguro rural ‘mais robusto’ e promete manter diálogo constante com EUA apareceu primeiro em Canal Rural.
BC deve cortar Selic e Fed deve aumentar juros nos EUA
Crédito para compra de terras, criado há quase 23 anos, permanece fora alcance dos produtores
Naco cumpre 12 ordens por suspeita de fraude em licitações
Rayan salva no fim, e Brasil apenas empata com Austrália no pós-Copa do Mundo
Vovô Zeid celebra Dia do Idoso com inauguração de piscina e ações de saúde
TRE manda Pivetta excluir vídeo que coloca Wellington como “astronauta perdido no espaço”
El Niño deve atrasar chuva e prejudicar início do plantio da safra 2026/27
Chuva e temperatura acima da média? Inmet te mostra como será o clima em setembro
Super El Niño eleva risco desigual para safra 2026/27, diz Aon
Americano alcança maior nota do Barretos International Rodeo; veja qual foi
ECONOMIA
BR-163 em MT recebe prêmio de rodovia mais confortável do Brasil pelo segundo ano seguido
O trecho da BR-163/MT entre Lucas do Rio Verde e Sorriso, sob concessão da Nova Rota do Oste, administrada pelo...
Cuiabá volta a registrar aumento no endividamento das famílias sem avanço da inadimplência
Interrompendo uma sequência de cinco meses de queda, o índice de endividamento das famílias em Cuiabá voltou a subir em...
Prefeitura realiza 1º Empreende Cuiabá com foco em empregabilidade e novos negócios
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, realizará o Empreende Cuiabá, evento voltado ao empreendedorismo, à...
POLÍTICA
Vovô Zeid celebra Dia do Idoso com inauguração de piscina e ações de saúde
A Prefeitura de Várzea Grande prepara uma programação especial para marcar o Dia do Idoso, celebrado em 1º de outubro,...
Presidente do DAE de Várzea Grande declara apoio a Juca do Guaraná
José Carlos Miranda de Andrade manifesta apoio ao deputado estadual e reforça parceria em defesa de melhorias para o DAE...
Estudantes de Várzea Grande preparam encerramento do projeto ‘Círculo da Paz’ com exposição no Fórum
Alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Joaquim da Cruz Coelho, em Várzea Grande, estão na fase final dos...
SAÚDE
Ministério da Saúde amplia diálogo com movimentos sociais na preparação do SUS para impactos do El Niño
O Ministério da Saúde apresentou, nesta quarta-feira (23), estratégias para preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para os impactos das...
Ministério da Saúde protocola na Conitec pedido de análise para incorporação de canetas emagrecedoras no SUS
O Ministério da Saúde protocolou, nesta quinta-feira (24), na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde...
Ministério da Saúde leva à ONU experiências do SUS sobre menopausa e doenças raras
O Ministério da Saúde apresentou, nesta quarta-feira (23), em Nova York, nos Estados Unidos, experiências do Sistema Único de Saúde...
CIDADES
Vovô Zeid celebra Dia do Idoso com inauguração de piscina e ações de saúde
A Prefeitura de Várzea Grande prepara uma programação especial para marcar o Dia do Idoso, celebrado em 1º de outubro,...
Famílias atípicas denunciam falhas no atendimento da rede estadual e TCE fará apuração
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, recebeu, nesta quinta-feira (24), famílias atípicas que...
Nova sede com investimento de R$ 30 milhões entra na reta final e entrega deve ser em novembro
A construção da nova sede da Polícia Civil de Mato Grosso, localizada na região do Centro Político Administrativo, em Cuiabá,...
AGRICULTURA
BC deve cortar Selic e Fed deve aumentar juros nos EUA
No morning call desta sexta-feira (25), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a Treasury de dez anos atingiu...
Crédito para compra de terras, criado há quase 23 anos, permanece fora alcance dos produtores
Criado em 25 de novembro de 2003 para financiar a compra de imóveis por trabalhadores rurais sem terra ou com...
Expoflora tem previsão de movimentar R$ 200 milhões até domingo
A 43ª Expoflora entra nesta sexta-feira (25.09) em seu último fim de semana com expectativa de movimentar aproximadamente R$ 200...
POLÍCIA
Vigia Mais atinge 22.700 câmeras de videomonitoramento levadas aos 142 municípios mato-grossenses
O Programa Vigia Mais MT atingiu, neste mês de julho, a marca de 22.700 câmeras levadas aos 142 municípios e...
Governo inaugura 2ª Delegacia da Mulher do dia no Médio-Norte de MT: “Estado tem pressa em combater violência doméstica”, afirma governador
O Governo de Mato Grosso reforçou, nesta quinta-feira (2.7), o combate à violência contra a mulher no interior do Estado,...
Sesp entrega 78 câmeras do Vigia Mais MT a Pontes e Lacerda para apoiar ações de combate à criminalidade
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) entregou, na tarde desta quarta-feira (1º.7), 78 câmeras do programa Vigia Mais...
Trending
-
ESPORTES2 anos agoAtlético-MG empata com Juventude e perde chance de subir na tabela
-
OPINIÃO2 anos agoJovem Advocacia Forte!
-
ESPORTES2 anos agoInternacional é derrotado pelo Rosario Central na primeira partida dos playoffs da Sul-Americana
-
ESPORTES2 anos agoCorinthians supera o Criciúma em noite de estreias e virada emocionante
-
ESPORTES2 anos agoReviravolta no caso Gabigol: processo é anulado e atacante volta a ser suspenso
-
OPINIÃO2 anos agoA educação transforma
-
OPINIÃO1 ano agoInvenções
-
OPINIÃO2 anos agoEmpowerment e accountability