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‘Não há risco no consumo dos alimentos’, dizem entidades sobre vírus de Newcastle em SC

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O vírus, mas não a Doença de Newcastle, foi identificado em um estabelecimento de avicultura comercial de corte de perus em Nova Itaberaba, em Santa Catarina. Isso significa que os animais, por ora, não apresentam manifestação clínica da enfermidade.

O caso foi confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta segunda-feira (19).

Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) e o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Estado de Santa Catarina (Sindicarne-SC) enfatizam que se trata de uma questão de sanidade animal, restrita ao âmbito da produção, e não de segurança dos alimentos.

“Não há qualquer relação ou risco no consumo do produto. Trata-se de uma ocorrência sanitária que demanda medidas no ambiente produtivo”, afirmam as entidades, que acompanham o caso em conjunto com o Mapa.

As entidades também destacam que o Brasil dispõe de um sistema de defesa sanitária estruturado, com protocolos de vigilância, prevenção e resposta a ocorrências dessa natureza, incluindo medidas de contenção e controle sanitário previstas na legislação vigente.

Por fim, reforçam a confiança na atuação das autoridades sanitárias brasileiras e no compromisso do setor produtivo com a biosseguridade, a transparência e o cumprimento dos protocolos estabelecidos, fundamentais para a preservação da sanidade avícola nacional.

A unidade onde o vírus foi identificado foi interditada pelo Serviço Veterinário Oficial, que também determinou a suspensão da movimentação de aves no local. As medidas de controle, contenção e erradicação já começaram a ser adotadas.

A ocorrência foi identificada durante investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina. A confirmação ocorreu após análise do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) como laboratório de referência internacional para o diagnóstico da doença.

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